sábado, 18 de outubro de 2014

GATO AMARELO PARA ADOÇÃO LELO

OLÁ SOU O LELO CHEGUEI EM SETEMBRO DE 2014 E ESTOU PARA ADOÇÃO.

QUER ADOTAR UM GATINHO AMARELINHO?

Sou lindo e esperto: contato revoredo62@ig.com.br














Não é que fiquei lindo demais, quem diria que aquele gatinho raquítico e faminto  ficaria tão lindo assim. Ainda não fui adotado mas parece que serei em agosto de 2015, vou continuar na família, na casa da prima Lulu.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Como apresentar um gato a outro sem provocar brigas

Publicado por Gateiro, 11/09/2014
Brigas entre gatos Quando se trata de dividir um apartamento ou mesmo diferentes objetos, somos receosos e, por vezes, encontramos muita dificuldade. E com os gatos não é diferente. Levar um gatinho para casa já tendo outro fará com que o ciúme daquele que já tem o seu território aumente, podendo provocar brigas. Os gatos são animais muito ciumentos e um tanto desconfiados de tudo ao seu redor. Imagine, então, um novo amigo chegando no seu ambiente.
Dessa maneira, vamos ajudar você — que possui um gato e quer ter outro — a apresentá-los de forma inteligente, para que os felinos não se estranhem e façam da sua casa um local ainda mais feliz.
INÍCIO DO CONVÍVIO
Antes de qualquer decisão, precisa-se separar um quarto para o novo integrante da casa. Ao chegar em casa com o novo gatinho, não deixe o mais antigo vê-lo no seu colo, pois pode haver um ciúme precoce. Coloque-o no seu novo quarto, ponha sua comida e bebida em potinhos que serão só dele e coloque sua caixa de areia no mesmo local, porém longe dos outros potes. Deixe o tempo que ele precisar para se ambientar com o lugar, geralmente leva um ou dois dias para isso.
FASE DO RECONHECIMENTO
Entre algumas vezes no quarto dele para brincar e fazer com que ele se acostume com sua nova moradia. Mas também brinque e fique junto com o gato residente. Assim, deixe o gatinho morador cheirar você e suas roupas para depois chegar próximo à porta do quarto do novo gato dando início ao reconhecimento. Pelo cheiro eles vão começar a sentir a presença do outro.
APRESENTAÇÃO

Depois de uns dois dias tentando acostumar um ao outro, é a hora de apresentá-los. Abra a porta do quarto do novo felino e deixe o antigo entrar. Eles vão se cheirar ainda mais e desconfiar um do outro. Tudo transcorrendo da melhor maneira, sem brigas nem confusões, tire o felino residente e feche mais uma vez a porta. Faça isso cerca de 5 vezes ao dia.
INTERAÇÃO

Os dois não podem ficar no mesmo local sem a sua supervisão. Em um dado momento, comece a brincar com os dois, e se tudo ocorrer bem, dê petiscos para eles, pois saberão que estão fazendo a coisa certa. Acostume-os a ficarem mais juntos, sempre próximo a você e, algumas vezes, deixe-os brincar sozinhos. Veja o que fazem juntos e tente prestar atenção quando não está muito próximo. Você começará a sentir segurança no convívio deles, assim que isso acontecer, estará na hora de abrir a porta do quarto do novo felino, para assim deixá-lo explorar o restante da casa. Não se esqueça de que cada gato deve ter sua caixa de areia e potes para comida e bebida próprios.
TER PACIÊNCIA VALE A PENA

A apresentação dos gatos deve ser feita com cautela. Quando falamos dos felinos, tudo tem de ser aos poucos, fazendo-os se acostumar com o proposto sem que haja desconforto. Entenda o tempo de cada um, mostre carinho por eles em condições iguais e seja duro quando existir alguma briga.
Um bom lembrete é deixar o ambiente rico, com um bom arranhador para gatos, túneis, tocas e brinquedos.
Levando em consideração nossas dicas, a aproximação deles será um sucesso e deixará sua casa mais agradável do que nunca.
Comente e compartilhe com a gente se você teve experiências similares, e não deixe de acompanhar este blog!

Gatinho Amarelo para Adoção - Rio de Janeiro

MAIS UMA CRIANÇA EM MINHA VIDA 

06/09/2014


LELO estava na mesma esquina que encontrei o Chuvisco e o Dudu, acho que vou parar de passar por ali sabe, brincando inocentemente junto ao meio fio,  rua de movimento onde passa ônibus bem pertinho de onde ele estava. O dono do bar que cuidava dele disse que não havia perigo porque ele era espertinho, imagina! Pedi a ele para trazer comigo e ele deixou, disse que tinha achado ele dentro de um saco plástico.

Depois de tomar Capstar, vermífugo, comer muito bem e tomar um banho morninho, dormiu muito.

Quatro dias depois já estava menos esquelético.
 
 
 
Hoje 15/09/2014 - Está pronto para ser adotado.
 
 
 


 





























VERIFICANDO O SEXO DO GATO

Para visualizar melhor pegue o filhote nessa posição.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A personalidade dos gatos
Os gatos são seres autênticos, eles jamais escondem o que são para agradar as pessoas. São sinceros, são honestos.
Os gatos não são submissos. Eles decidem o que querem, escolhem o que é melhor para eles. Não são influenciáveis, não se deixam subornar, não se deixam ser limitados por outros.
Os gatos são amorosos e dão de si aos humanos, mas somente aos humanos que conquistam sua confiança. São leis, mas somente a quem provar merecer a sua lealdade. São companheiros daqueles que são realmente seus companheiros.
Os gatos lutam por seus objetivos, são persistentes, jamais desistem. Não mudam de opinião sem motivos sólidos. Não perdem tempo com coisas irrelevantes desviando a atenção de seus alvos.
Os gatos são imponentes, amam estar limpos e estar em ambientes limpos. São exigentes, não comem qualquer coisa e nem aceitam o que verificam não corresponder às suas necessidades.
Não, os gatos não são arrogantes, os gatos são inteligentes. Escolher o que é melhor para si não é arrogância, é amor próprio, sabedoria.
Os gatos são independentes, mas isso não significa que não precisam de outros gatos ou de outras pessoas. A independência dos gatos está em ele viver a vida como eles acham melhor, sem dar satisfações a ninguém, sem deixar que outros impeçam seus alvos e destino.
Os gatos amam vagar pelas ruas, por muros e telhados, mas entendem que uma casa repleta de amor e carinho é bem mais segura do que esses locais.
Os gatos são fortes, são guerreiros, são corajosos, audazes, destemidos. Ainda assim eles não se envergonham em mostrar que carinhosos, brincalhões e de expressar seus sentimentos, de mostrar a quem amam o quanto amam.
Os gatos sempre vencem.




By Carla Rockatansky


quarta-feira, 30 de julho de 2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Dudu Delícia na hora do resgate.






Depois de três dias perambulando pela rua, faminto e assustado, minha tia resolveu me levar para casa, cuidar de mim e torcer para alguém maravilhoso me adotar. Sou adulto, muito meigo e tranquilo.
                                   
DUDU DELÍCIA






Dudu foi adotado por Tania Mara e mora com mais 4 felinos, agora se chama Richard e é muito amado e paparicado.








MIMI INGRATA.



Minha Ex Mimizinha ingrata agora é uma idosa, fui visita-la esse mês na casa atual dela.

Ela me abandonou depois de muitos anos comigo só porque coloquei tela na janela para evitar que ela pegasse esporotricose novamente, afinal forma quase dois anos de tratamento. Mudou-se para a casa do vizinho que me ajudou a cuidar dela durante a doença e lá vive até hoje.

DUDU DELÍCIA

Fui comer um pastel na rua ao lado de onde moro e surgiu esse rapaz na minha frente, se esfregou muito em mim e logo percebi que ele estava faminto, arrumei um pouco de ração com minha tia que mora ao lado e dei a ele, o coitado estava desesperado de fome, voltei para casa mas não dormi bem pensando nele a noite toda.
No dia seguinte voltei ao mesmo local que o deixei levando mais ração, depois de chamá-lo muito ele apareceu novamente faminto, pedi ao meu marido que fosse em casa buscar a caixa de transporte e o resgatei  na certeza de encontrar um ótimo lar para ele. Já na chegada coloquei Advocate (para pulgas, vermes e sarnas) que eu tinha em casa, antes o escovei bem tirando os pelos mortos, mais comida, água fresca e uma caminha para ele dormir, tudo em um cômodo separado dos meus outros gatos.
Acho que o coitado foi abandonado, agora vou castrá-lo e colocar para adoção, assim outro poderá vir e ficar em lar temporário.





Dudu foi adotado por Anne mas não se adaptou a casa nova, ele miava a noite toda, brigava com sua gatinha e ela entendeu que era melhor deixá-lo ir para uma outra pessoa que estava muito interessada nele e assim aconteceu.
Tania Mara que já tinha outros 4 gatos o adotou e com muita paciência e jogo de cintura conseguiu adaptá-lo ao ambiente, hoje ele é muito feliz em seu novo lar e ganhou o nome de Richard Gere ou Rick para os íntimos.

sexta-feira, 27 de junho de 2014


Meu Pinscher maravilhoso ajudando no estímulo para os gatinhos fazerem suas necessidades.


RECEITA DE LEITE SUBSTITUTO

Já salvei várias vidas com essa receita.
Aos meus amigos amantes de gatos. Amei o texto. Leiam, vale muito a pena.

Este post é uma homenagem a um anjo que Deus enviou pra me ajudar nas duas ocasiões em que a Vida me tratou com maior dureza.
Theo ficou comigo por 20 anos e ele morreu há 3 anos
A dor da saudade já se foi... ficou uma grata lembrança.


ODE AO GATO Artur da Távola

NADA É MAIS INCÔMODO PARA A ARROGÂN-
CIA HUMANA QUE O SI
LENCIOSO BASTAR-SE DOS GATOS.
O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis. Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de traiçoeiro, egoísta, safado, espertalhão ou falso. “Falso”, porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.

O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte.

Sábio, é esperto. O gato é zen. O gato é Tao. Conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe dá, então o exige. O gato não pede amor. Nem dele depende. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês. Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende ao afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe; significa um julgamento. O HOMEM NÃO SABE VER O GATO, MAS O GATO SABE VER O HOMEM. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós). Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe “ler” pensa que “eles não estão ali”, “saíram” ou “sei lá onde o gato se meteu”. Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. O gato vê mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato. Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase quinze minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.
Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.

O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba percebe
r.




O idoso da casa, Win o assustado!

Depois de fugir de casa e ficar 3 dias sumido se enfiou entre duas paredes na hora do resgate, tive que mandar quebrar toda a parede da vizinha para poder tirá-lo de lá.
Depois disso parece que ele ficou muito grato e entendeu que nós o amamos e só depois de 12 anos de convivência começou a nos aceitar.